domingo, 31 de maio de 2009









Biografia do ParaMoRe















O Paramore, uma das bandas de rock mais populares atualmente, surgiu em 2004 no Estado norte-americano de Tennessee. A vocalista Hayley Williams, natural de Mississippi, Jeremy Davis (baixo) e os irmãos Josh Farro (guitarrista) e Zac Farro (baterista) se conheceram quando ela mudou-se com a família para a cidade.

O nome da banda originou-se da palavra francesa Paramour que significa “amante secreto” e era parecido com o sobrenome de um dos integrantes da antiga banda. O grupo completou-se com a entrada de Jason Bynum na guitarra base, que depois foi brevemente substituído por William "Hunter" Lamb, marcando sua saída antes mesmo do segundo álbum.

A primeira gravação veio em 2005 e chamou-se “All We Know is Falling”. O álbum alcançou o oitavo lugar em uma parada britânica de rock e ganhou certo destaque na Billboard americana. As músicas do disco que mais fizeram este sucesso acontecer foram “Pressure”, “Emergency” e “All We Know”.

Durante a gravação do primeiro disco, a banda enfrentou problemas com a saída repentina de Davis, que voltaria alguns meses depois. A difícil situação e a falta do companheiro de banda deram origem à capa do álbum que representa o vazio causado pelo afastamento do baixista.

Sem o som das guitarras de William Hunter, que deixou o grupo por motivos pessoais, a banda conta com Taylor York na guitarra base durante a gravação do segundo CD, em 2007, e nos shows da banda, não entrando oficialmente para o Paramore.

O novo trabalho trouxe músicas ainda mais animadas e letras mais reflexivas e foi chamado de “Riot!”. As músicas de destaque foram “Misery Business”, “Hallelujah”, “Crushcrushcrush” e “That’s What You Get”.

Em 2008, o Paramore lançou o single “Decode” que integra a trilha sonora do filme Twilight (em português, Crepúsculo). No mesmo ano, a banda lançou os álbuns “Live in the UK 2008” e “The Final Riot!”, ambos gravados ao vivo.
Fotos de Paramore abaixo



sábado, 30 de maio de 2009









Amy Lee


































































Biografia do Evanescence

















































BIOGRAFIA EVANESCENCE





















Amy Lee e Ben Moody conheceram-se em 1994 num acampamento de Igreja para jovens em Little Rock, Arkansas, na época com 13 e 14 anos respectivamente. Foi aí que começou a história do Evanescence.
Ben conta que assistia a um terrível jogo de basket, sentado na arquibancada de um ginásio. Do outro lado da quadra havia um palco, foi quando pôde ouvir Amy cantando e tocando ao piano a introdução da música I'd Do Anything For Love do Meat Loaf, imediatamente atravessou o ginásio e foi até ela. Depois de se apresentarem e conversarem um pouco, Amy mostrou a ele algumas das músicas que havia escrito, minutos depois já estavam tocando juntos. Neste dia Ben a convenceu a formar a banda com ele. "Nós temos exatamente o mesmo gosto musical." Lembra Ben. "Quando vamos escrever, um completa o raciocínio do outro."
O som que Amy e Ben moldavam eles definem como "uma espécie de Death metal mais suave", misturando metal, arranjos eletrônicos e gótico, nomearam o estilo de "Épico Dramático" ou "Dark Metal". Um estilo bem diferente do que predominava na cidade deles, Amy conta que na época não conhecia sequer uma banda local com mulheres no vocal.
O Evanescence deu seus primeiros passos ainda em Little Rock, no Arkansas, influenciados por bandas como Type O´ Negative, Living Sacrifice, Portishead e Sarah McLachlan, começaram a gravar EPs de músicas como "Give Unto Me" e "Understanding".
Uma das primeiras músicas escritas e gravadas pelos dois foi "Understanding", que eles mesmos definem como "um gótico ridículo de 7 min". Amy conta que por algum motivo, a estação de rádio local resolveu tocá-la. Depois disso o Evanescence começou a criar reputação. Ficaram extremamente populares em Little Rock, mas ninguem sabia quem eram nem onde encontrá-los porque até então nunca haviam feito sequer um show pois não tinham condições de pagar outros músicos, a banda era apenas os dois, Amy fazia o vocal e o piano e Ben fazia todo o resto como o baixo, arranjos eletrônicos e guitarra.
"Evanescence", o EP de estréia foi lançado em 1998 na primeira apresentação ao vivo da banda, num bar chamado Vino, em Little Rock. O EP era um CD-ROM com edição limitada de 100 cópias, produzido pela gravadora Big Wig Enterprises, foi vendido durante o show e se esgotou na mesma noite.
Mais tarde, David Hodges juntou-se a banda para tocar bateria, após sua entrada que grande maioria das músicas do Fallen foram escritas, com sua ajuda. Depois da gravação do Origin, David deixou as baquetas para aderir ao piano e ao teclado nas gravações do Fallen, mas não durou muito tempo na banda.
Quando já tinham condições de pagar outro músicos o Evanescence passou a ser formado por Rocky Gray (bateria - ex Soul Embraced e Living Sacrifice), John LeCompt (guitarra base - ex Mindrage) e William Boyd (baixo). Ambos ajudaram na execução dos outros EPs. Porém, no Fallen, foram substituídos por participações especiais como de Josh Freeze na bateria (ex Guns N'Roses e atual A Perfect Circle) e Francesco Di Cosmo no baixo.
Fallen foi gravado em Los Angeles pelo produtor Dave Fortman (BOYSETSFIRE, Superjoint Ritual) e lançado pela Wind-up Records, mesma gravadora de bandas como Creed e 12 Stones.
Lançado nos EUA em 4 de março, o álbum já chegou ao terceiro lugar na lista Billboard 200 e vendeu 1,8 milhão de cópias. No final de junho, "Bring Me To Life" chegou ao quinto lugar da lista Hot 100. O álbum entrou para os Top 5 em sua quarta semana na parada Music & Media European Top 100 Albums. Duas semanas mais tarde já era o número 1, posição que manteve por duas semanas consecutivas. Em 2 de junho, "Bring Me To Life" foi lançado internacionalmente e passou cinco semanas consecutivas como número 1 da parada de Music & Media Eurochart Hot 100 Singles.

Em novembro de 2003, o guitarrista e co-fundaddor, Ben Moody, deixa a banda adruptamente para se dedicar a outros projetos, pegando todos de surpresa. Em seu lugar entra o ex-guitarrista do Cold, Terry Balsalmo, que, de substituto provisório passa a ser integrante permanente do Evanescence, graças à boa química apresentada com a banda durente os shows.
Em 2004 é lançado o DVD Anywhere But Home, que registra uma apresentação ao vivo em Paris, durante a turnê. O DVD ainda conta com cenas extras de backstage e uma faixa bônus inédita, entitulada Missing.
Enquanto isso, é grande a expectativa para o novo álbum, que deve ser lançado em meados de 2005. A vocalista Amy Lee adianta que será um disco de extremos e, provavelmente, mais experimental. Será a primeira vez que a nova formação da banda mostrará suas composições.

Música!















Biografia do TRISTANIA










A banda UZI Suicide teve origem na Noruega em 1993. Tocando um estilo bem próximo do Heavy Metal, iniciou o trabalho com o guitarrista Morten Veland e o baterista Kenneth Olsson. Em 1995, com a entrada de Einar Moen, a banda mudou o nome para Tristania.
Veland e Moen deixaram a banda no ano seguinte, devido a alguns problemas relacionados a direção musical. Passado algum tempo, Veland e Moen decidem reiniciar os trabalhos musicais e ressuscitar o antigo projeto de uma banda. Olsson foi convidado para retornar ao grupo. O baixista Rune Osterhus e o guitarrista Anders Hidle também integraram o Tristania, agora com uma proposta musical voltada para o Doom/Gothic Metal, no ano mesmo ano de 1996.
Passados alguns meses dedicados para as próprias composições, o Tristania preparava-se para entrar em estúdio. Mas algo ainda faltava: o vocal feminino. Poucas semanas antes das gravações, Vibeke Stene foi apresentada à banda, e sua voz harmoniosa encaixou-se com perfeição nas músicas. O Tristania estava pronto para o primeiro trabalho da carreira.
Em maio de 1997, o CD independente de estréia saiu com 500 cópias para divulgação entre as gravadoras, rádios, revistas e jornais. Uma pequena parte foi vendida pelos próprios integrantes para ajudar a cobrir despesas com a produção.
A reação da imprensa superou a expectativa, e Vibeke foi convidada para integrar o Tristania definitivamente. Ainda em 1997, esta demo chegou até a gravadora Napalm Records, que não hesitou em fechar contrato com a nova banda. Outros três CD’s foram lançados e a demo foi regravada com mais qualidade.
O CD Window’s Weeds foi para as lojas e o resultado não poderia ter sido melhor. O primeiro álbum oficial trazia um metal gótico sinfônico repleto de arranjos clássicos e corais líricos. Pouco tempo depois, o EP Angina foi lançado, antecipando o que viria no próximo trabalho.
Beyond The Veil é um dos grandes álbuns de Metal de todos os tempos. Foi com este trabalho que o Tristania conquistou definitivamente o público. Com a qualidade inconfundível de suas faixas, o CD atingiu em cheio os amantes do emergente Gothic Metal e a banda surgiu na cena mundial como uma revelação da música norueguesa.
Na gravação do CD seguinte, o vocalista Veland deixou a banda. O trabalho World of Glass seria comprometido se não fosse a participação de Ronny Thorsen (Trail of Tears), que foi convidado para gravar os vocais rasgados de Morten Veland. Quando lançado, World of Glass repercutiu de forma extremamente positiva, comprovando o talento e a capacidade do Tristania.
Em 2004, a banda realizou uma turnê européia ao lado do
Therion. Ao todo foram mais de 30 apresentações na Polônia, Itália, França, Inglaterra, Bélgi-ca, Alemanha e outros países. No mesmo ano, tiveram início as gravações do novo álbum.
O Tristania voltou aos estúdios a partir de abril de 2004 para gravar Ashes. O novo álbum traz nove faixas inéditas e conta com a produção de Børge Finstad e arte gráfica de Christian Ruud. A música Equilibrium foi escolhida para a divulgação e também se tornou o primeiro clipe da banda.
Lançado em janeiro de 2005, Ashes é um trabalho sofisticado com arranjos impecáveis que caracterizam a discografia do Tristania. Em abril, a banda lança o videoclipe da faixa Libre, gravado na Suécia. Em junho, o guitarrista Svein Terje Solvang, que já atuava como músico de apoio, é efetivado como membro da banda. Em março do ano seguinte, iniciam-se as gravações do novo álbum. Porém, o vocalista Kjetil Ingebrethsen anuncia seu desligamento "amigável" da banda, alegando motivos pessoais.
Em maio, as gravações são concluídas; mas o lançamento do novo trabalho intitulado Illumination ainda não tem previsão. Uma turnê agendada para setembro é adiada devido ao fato de Vibeke estar concluindo seus estudos.
Finalmente, em janeiro de 2007, Illumination é lançado. Este trabalho segue a linha de Ashes, no qual as onze músicas destacam o peso das guitarras e os vocais guturais, mesclado com breves passagens de sintetizadores e corais. Os destaques são as faixas Mercyside e Deadlands.
No final de fevereiro, a banda anuncia em seu site oficial o desligamento de Vibeke Stene. A nota oficial cita que Vibeke deixou a banda por iniciativa própria e questões pessoais. Sem dúvida, é uma grande perda, não apenas para a banda, mas pra toda a cena do Metal.
O Tristania é considerada uma das precursoras de seu estilo, surgindo a partir dela, várias outras, principalmente da Noruega, que traçam o mesmo perfil musical, tornando-se uma referência.
FOTO DE UM TEMPLO NO EGITO " isto retarata a importancia do simbolo na crença do povo egipicio"

























O ANKH






O ANKH é um simbolo proveninete do Antigo Egito , e com certeza o símbolo mais conhecido desta cultura e sim ele é o mais sagrado sendo encontarado em forma de hieróglifos em paredes de templos sagrados em pedras , corpos mumificados ,papiros antigos,jóias e esculturas .O ankh” é uma cruz anshata seu significado é VIDA ETERNA em sua anatomia diferente da cruz crsitã não apresenta um fim sua curvatura não proporciona passagem para uma reta finita. O que o torna misterioso e magnífico hoje em dia o ankh é utilizado tanto quanto simbolismo ou amuleto na subcultura obscura ( góticos) wiccas , pagões e etc
Devido a todo seus milhares de anos de existência o ankh torna-se um símbolo poderoso e respeitado ele foi um símbolo provenientae da 5ª dinastia egípcia trazendo em si a cultura milenar dos deuses também traz toda graça das crenças mágicas para o mundo de hoje, que esqueceu-se das belezas sobrenaturais da vida.

Observe o dado histórico a seguir:
No túmulo de Amenhotep II, vemos o Ankh sendo entregue ao faraó por Osíris, concedendo a ele o dom da imortalidade, ou o controle sobre os ciclos vitais da natureza, ou seja, o início e fim da vida. Em algumas situações, é encontrado próximo a boca das figuras dos deuses, neste caso significa um Sopro de Vida. Na tumba de Tutankhamon, foi encontrado um porta-espelho na forma de Ankh, já que a palavra egípcia para espelho também é Ankh. Sua presença também é marcante em objetos cotidianos, como colheres, espelhos e cetros utilizados pelo povo do Egito.
No Ocidente, o Ankh é conhecido como Cruz Egípcia ou Cruz Ansata. Esta segunda denominação tem origem na palavra latina Ansa, que significa Asa. Além destas, o encontramos como Chave do Nilo (ou da vida), Cruz da Vida ou simplesmente Cruz Ankh.
Porém, a maioria dos conceitos ocidentais não é correto, pois os egípcios da Antigüidade desconheciam a fechadura. Portanto, não seria possível associá-lo a uma chave.


















ANATOMIA DO AMULETO







Anatomia

A forma do Ankh assemelha-se a uma cruz, com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. Em algumas representações primitivas, possui suas extremidades superiores e inferiores bipartidas.
A alça oval que compõe o Ankh, sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino, fundamentais para a criação da vida. Em outras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo, fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia. A linha vertical que desce exatamente do centro do laço, é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos.


Cultura & Simbolismo


Apesar de sua origem egípcia, ao longo da história o Ankh foi adotado por diversas culturas. Manteve sua popularidade, mesmo após a cristianização do povo egípcio a partir do século III. Os egípcios convertidos ficaram conhecidos como Cristãos Cópticos, e o Ankh (por sua semelhança a cruz utilizada pelos cristãos) manteve-se como um de seus principais símbolos, chamado de Cruz Cóptica.
No final do século XIX, o Ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam; além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protetor de quem o carrega. O Ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa-Cruz, representando a união entre o reino do céu e a terra. Em outras situações, está associado aos Vampiros, em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade. Ainda encontra-se como uma alusão ao nascente-poente do Sol, simbolizando novamente, o ciclo vital da natureza.
O Ankh se popularizou no Brasil no início dos anos 70, quando Raul Seixas e Paulo Coelho (entre outros) criaram a Sociedade Alternativa. O selo desta sociedade, possuía um Ankh adaptado com dois degraus na haste inferior, simbolizando os Degraus da Iniciação, ou a chave que abre todas as portas. Numa outra interpretação, representa o laço da sandália do peregrino, ou seja, aquele que quer caminhar, aprender e evoluir.
Na cultura pop, ele foi associado pela primeira vez ao vampirismo e a subcultura gótica através do filme The Hunger - Fome de Viver (1983), em que David Bowie e Catarine Deneuve protagonizam vampiros em busca de sangue. Há uma cena em que a dupla, usando Ankhs egípcios, está à espreita de suas presas numa casa noturna ao som de Bela Lugosi is Dead, do Bauhaus. Assim, elementos como a figura do vampiro, o Ankh e a banda Bauhaus, podem atuar num mesmo contexto; neste caso, a subcultura gótica. Possivelmente através deste filme, o Ankh foi inserido na subcultura gótica e pelos adeptos da cultura obscura, de uma forma geral.
Desse modo, vemos que o Ankh não sofreu grandes variações em seu significado e emprego primitivo, embora tenha sido associado há várias culturas diferentes. Mesmo assim, lhe foi atribuído um caráter negativista por aqueles que desconhecem sua origem e significados reais; associando este símbolo, erroneamente, a grupos e seitas satânicas ou de magia negra.








































AnkH imagens!!!


































este é um dos meus ankh














mais um dos meus ankh















ankh junto dos olhos de horus o wedjat







ANKH HIEROGLIFADO


O PENTAGRAMA


















Ao nosso redor sempre existiu um mundo de energias e forças ocultas que muitas vezes não conseguimos decifrar e compreender . Portanto, buscou-se ao longo dos tempos,confiança, proteção a esses perigos ou riscos que faziam parte de todo seu medo a este enigma desconhecido, foram surgindo aos poucos muitos objetos, imagens e amuletos orações para acompanha-los, criando-se símbolos nas tradições e culturas de cada povo.
O pentagrama “está entre os principais e mais conhecidos símbolos”, Ele possui diversas representações e significados, tendo evoluido ao longo da história. Passou de um símbolo cristão para a atual referência onipresente” não cristão” entre os neopagãos com vasta profundidade mágica.


Origens e difusões

Em um dos mais antigos significados do pentagrama,” os Hebreus designavam como a Verdade, para os cinco livros do Pentateuco (os cinco livros do Velho Testamento, atribuídos a Moisés)”.Já na Grécia Antiga, era conhecido e rotulado como Pentalpha,que era geometricamente composto de cinco pontas.
“O pentagrama também é encontrado e visto na cultura chinesa representando o ciclo da destruição, que é a base filosófica de sua medicina tradicional. Neste caso, cada extremidade do pentagrama simboliza um elemento específico: Terra, Água, Fogo, Madeira e Metal. Cada elemento é gerado por outro, (a Madeira é gerada pela Terra), o que dará origem a um ciclo de geração ou criação. Para que exista equilíbrio é necessário um elemento inibidor, que neste caso é o oposto (a Água inibe o Fogo). “
A geometria do pentagrama e suas associações metafísicas foram exploradas por Pitágoras e posteriormente por seus seguidores, que o consideravam um emblema de perfeição. A geometria do pentagrama ficou conhecida como A Proporção Divina, que ao longo da arte pós-helênica, pôde ser observada nos projetos de alguns templos. Era um símbolo divino para os druidas. Para os celtas, representava a deusa Morrighan (deusa ligada ao Amor e a Guerra). Para os egípcios, era o útero da Terra, mantendo uma relação simbólica com as pirâmides.
Os primeiros cristãos tinham o pentagrama como um símbolo das cinco chagas de Cristo. Desse modo, visto como uma representação do misticismo religioso e do trabalho do Criador. Também era usado como símbolo da comemoração anual da visita dos três Reis Magos ao menino Jesus. Ainda, em tempos medievais era usado como amuleto de proteção contra demônios.
Os
Templários, uma ordem de monges formada durante as Cruzadas, ganharam grande riqueza e proeminência através das doações de todos aqueles que se juntavam à ordem; além de grandes tesouros trazidos da Terra Santa. Na localização do centro da Ordem dos Templários, ao redor de Rennes du Chatres, na França, é notável observar um pentagrama natural, quase perfeito, formado pelas montanhas que medem vários quilômetros ao redor do centro. Ainda é possível perceber, a profunda influência do símbolo, em algumas Igrejas Templárias em Portugal, que possuem vitrais na forma de Pentagramas. No entanto, Os Templários foram dizimados pela mesquinhez da Igreja e pelo fanatismo religioso de Luis IX, em 1303. Iniciou-se assim a Idade das Trevas, onde se queimavam, torturavam e excomungavam qualquer um que se opusesse a Igreja. Durante esse longo tempo de Inquisição, a igreja mergulhou no próprio diabolismo ao qual se opunha. Nessa época o pentagrama simbolizou a cabeça de um bode ou do diabo, na forma de Baphomet, o mesmo que a Igreja acusou os Templários de adorar. Assim sendo, o pentagrama passou de um símbolo de segurança à representação do mal, sendo chamado de Pé da Bruxa. Assim, a perseguição da Igreja fez as religiões antigas se ocultarem na clandestinidade.
Ao fim da era das Trevas, as sociedades secretas começam novamente a realizar seus estudos sem o medo paranóico das punições da Igreja. Ressurge o Hermetismo, e outras ciências misturando filosofia e alquimia. Floresce então, o simbolismo gráfico e geométrico, emergindo a Renascença numa era de luz e desenvolvimento. O pentagrama agora, significa o Microcosmo, símbolo do Homem de Pitágoras representado através de braços e pernas abertas, parecendo estar disposto em cinco partes em forma de cruz (O Homem Individual). A mesma representação simboliza também o Macrocosmo, o Homem Universal, um símbolo de ordem e perfeição, a Verdade Divina. Agrippa (Henry Cornelius Von de Agrippa Nettesheim), mostra proporcionalmente a mesma figura, colocando em sua volta os cinco planetas e a Lua no ponto central (genitália) da figura humana. Outras ilustrações do mesmo período foram feitas por Leonardo da Vinci, mostrando as relações geométricas do Homem com o Universo.
Posteriormente, o pentagrama também foi associado aos quatro elementos essenciais (terra, água, ar e fogo) mais o quinto, que simboliza o espírito (A Quinta Essência dos alquimistas e agnósticos)
Na
Maçonaria, o Laço Infinito (como também era conhecido o pentagrama, por ser traçado com uma mesma linha) era o emblema da virtude e do dever. O homem microcósmico era associado ao Pentalpha (a estrela de cinco pontas), sendo o símbolo entrelaçado ao trono do mestre da Loja.
Com
Eliphas Levi (Alphonse Louis Constant), o pentagrama pela primeira vez, através de uma ilustração, foi associado ao conceito do bem e do mal. Ele ilustra o pentagrama microcósmico ao lado de um pentagrama invertido (formando a cabeça do bode, Baphomet).
O pentagrama voltou a ser usado em rituais pagãos à partir de 1940 com Gerald Gardner. Sendo utilizado nos rituais simbolizando os três aspectos da deusa e os dois do deus, surgindo assim a nova religião
Wicca. Desse modo, o pentagrama retoma sua força como poderoso talismã, ajudado pelo aumento do interesse popular pela bruxaria e Wicca, que à partir de 1960, torna-se cada vez mais disseminada e conhecida. Essa ascensão da Wicca, gera uma reação da Igreja da época, chegando ao extremo quando Anton LaVey adota o pentagrama invertido (em alusão a Baphomet de Levi), como emblema da sua Igreja de Satanás, e faz com que a Igreja Católica considere que o pentagrama (invertido ou não) seja sinônimo de símbolo do Diabo, difundindo esse conceito para os cristãos. Assim naquela época, os Wiccanos para se protegerem dos grupos religiosos radicais, chegaram a se opor ao uso do pentagrama.
Até hoje o pentagrama é um símbolo que indica ocultismo, proteção e perfeição. Independente do que tenha sido associado em seu passado, ele se configura como um dos principais e mais utilizados símbolos mágicos da cultura Universal.
Fontes: algumas atualizações feitas por mim!
Outras informações do excelente site “SPECTRUM







Veja algumas imagens a seguir:este é o meu pentagrama








OBESERVE OS ELEMENTOS NAS PONTAS DO PENTAGRAMA!!